Existe algum gamer no mundo
que não esteja a fim de jogar Assassin's Creed III? Depois de alguns
jogos meio mornos que mais pareciam pacotes de expansão do já clássico
Assassin's Creed II, a Ubisoft parece disposta a tentar algo novo e
surpreendente na sua saga de assassinos históricos, então todos os
holofotes da indústria de entretenimento eletrônico estão voltados para
esse blockbuster. O problema é que tanta luz está quase ofuscando uma
novidade sensacional e exclusiva do PlayStation Vita: Assassin's Creed
III: Liberation.
Os santos estão chegando
Como todos sabem, o Vita anda carente de grandes
lançamentos, então é muito bom saber que esse é um game inédito feito
especialmente para o portátil da Sony! A história da aventura de bolso
se passará entre os anos de 1765 e 1780. Enquanto os eventos que levam à
Revolução Americana se desenrolam no norte, forças espanholas pretendem
invadir a Luisiana no sul. É aí que entra Aveline de Grandpré, a
protagonista do game. Sim, você leu certo, "a protagonista"! Pela
primeira vez na franquia Assassin's Creed, teremos uma Assassina no
comando da ação. Na primeira vez em que temos contato com ela, no
trailer oficial do game, a moça solta um monólogo que nos ajuda a
entender um pouco de suas
motivações
e a premissa geral do jogo: "Eu procuro a liberdade, não para mim, mas
para aqueles cujo direito mais fundamental foi negado. Eu sou seu
escudo, sua espada, sua única esperança. As estradas pelas quais caminho
são escuras, mas me deixam mais perto da luz. Me movo sem ser vista e
ataco quando menos esperam. Eu sou Aveline de Grandpré. Eu sou uma
Assassina."
Fora essas belas palavras, ainda não temos muitas
informações sobre o passado da matadora, o que não é exatamente uma
grande surpresa, já que os personagens de Assassin's Creed costumam ter
uma história tão rica quanto cercada de
mistério,
que só é revelada no decorrer dos jogos. O pouco que se sabe de Aveline
vem do release oficial da Ubisoft e dos poucos trailers revelados até
agora: a Assassina é de ascendência metade francesa e metade africana,
possui a pele mulata, nasceu em Nova Orleans, onde entrou na Irmandade
dos Assassinos no ano de 1759, o que acabou a levando a se inserir na
rebelião de Luisiana.
Se você não está muito familiarizado com a geografia dos
Estados Unidos, saiba que a Luisina é famosa por seus pântanos. E é
claro que a equipe de desenvolvimento do game não perdeu a oportunidade
de incluir nas fases esse ambiente tão diferente do habitual. Enquanto
estiver mergulhada nos pântanos, Aveline deve escalar árvores e caçar
suas vítimas do alto, evitando fazer barulho na água. Os cenários
urbanos e pulos por prédios que todos amamos continuam presentes, mas é
ótimo ver que teremos essa variedade de cenários. Além de cidades e
pântanos, foi prometida a exploração de antigos templos e ruínas. A
fauna desses ambientes selvagens vai se tornar um
desafio
extra, então crocodilos e outras criaturas mortíferas irão atormentar a
vida de Aveline. Quem sabe a heroína não pode tomar algumas lições de
sobrevivência na selva com o Big Boss, que recentemente chegou ao Vita
também na coletânea Metal Gear Solid HD Collection?
Seja eliminando os inimigos com mortes encadeadas em câmera lenta ou
atraindo-os até armadilhas mortais, fica bem claro desde o primeiro
momento que Aveline é uma força a ser temida, tão digna de inspirar medo
no coração de seus inimigos quanto Ezio Auditore da Firenze e Altaïr
Ibn-La'Ahad fizeram anteriormente. Como este jogo se passa no mesmo
período histórico de Assassin's Creed III, espere por um encontro entre
Connor Kenway, Assassino desse game, e Aveline, a protagonista do
portátil, em algum ponto da trama. Parece que estes anjos da morte vão
ter uma história e tanto para nos contar em Nova Orleans...
Comando para matar
Aparentemente Aveline será a Assassina mais bem armada de toda a
série, contando com um vasto arsenal. Para os combates de curta e média
distância, as Dual Pistols garantem disparos de alta potência, que devem
dar cabo rapidamente dos oponentes. Mas nem tão rapidamente quanto a
tradicional Hidden Blade, a lâmina escondida no punho de todo Assassino
que se preze. Para aqueles menos discretos, a Sugarcane Machete é um
facão adaptado especialmente para Aveline, ideal para partir carne em
vários pedacinhos. O Blowpipe, ou zarabatana em bom português, chega com
a promessa de ser a mais mortífera e precisa arma de longo alcance já
produzida e deve funcionar mais ou menos como um rifle sniper. Dando um
novo sentido a expressão "vestida para matar", Aveline terá a seu dispor
algumas roupas diferentes que irão lhe conferir distintos atributos,
aumentando a agilidade, a velocidade e até mesmo a camuflagem dependendo
do contexto.
Mas o que seria de um Assassin's Creed sem novos modos de matar? A
bola da vez é a mecânica "marcar e executar" ou "toque para matar", algo
que não será segredo algum para os jogadores que experimentaram
Splinter Cell: Conviction. Funciona mais ou menos assim: Conforme
Aveline mata silenciosamente seus oponentes, você vai ganhando pontos de
execução. Quando tiver pontos suficientes, pode-se entrar num novo
esquema de controle, que permite clicar na tela para marcar os inimigos
que pretende executar. Quando terminar de marcar seus alvos, solte a
tela e observe a Assassina exibindo toda sua agilidade e fúria
automaticamente. Tudo muito prático e bonito. Embora esse esquema de
controle seja efetuado pela tela frontal, provavelmente a versão final
do jogo terá algum suporte a controles na parte traseira também, já que a
Ubisoft frequentemente menciona o interesse de utilizar todos os
recursos possíveis do Vita em seu novo título. Sabe-se que a tela de
toque também será utilizada nas partes em que Aveline precisar remar em
sua canoa, então espere algumas missões de assassinato em alto mar.
Falando em recursos inéditos, uma boa novidade é que o game virá com
suporte à troca de dados entre o Vita e o PlayStation 3. Ainda não se
sabe exatamente quantos recursos cross-play serão utilizados, mas já foi
anunciado que quem tiver o jogo de mesa e o jogo portátil, ao
conectá-los, irá liberar itens exclusivos como roupas para os Assassinos
e alguns personagens para o multiplayer. Bacana, mas um pouco mais de
recursos não faria mal a ninguém. Como ainda falta algum tempo para o
lançamento do game, eu espero que mais novidades sejam anunciadas até o
jogo chegar às prateleiras. Como tanto o jogo portátil como o de mesa
possuem multiplayer, não seria nada mal termos uma disputa online entre
as duas plataformas. Provável? Não. Possível? Sim.
Libere a grana
Se você ainda não possui um Vita e está apenas esperando um bom
pacote para mudar sua situação, a chegada de Assassin's Creed III:
Liberation pode ser o fim de seus problemas. O game será comercializado
num belíssimo bundle que inclui um Vita Crystal White (leia-se: um Vita
branco) com suporte a Wi-Fi e cartão de memória de 4GB. Ainda não há
qualquer notícia sobre o preço, mas a verdade é que dificilmente você
vai encontrar nas lojas um negócio melhor do que levar o portátil com um
de seus mais promissores jogos exclusivos de lambuja. Então vá já
juntando seu precioso dinheiro para adquirir o game, pois parece que
valerá a pena. Mas nada de sair roubando gente pelas ruas, hein? Isso só
quando já estiver jogando, dia 30 de outubro deste ano.
fonte: Playstationblast
Marcadores:
Assassin's Creed III: Liberation,
PSVita
Prévia: Assassin's Creed III: Liberation (PSVita)
Postado por
Twd King
terça-feira, 4 de setembro de 2012
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